que houve um erro na elaboração do termo de referência. Segundo explicou, o documento foi produzido com apoio de inteligência artificial e não passou pela devida revisão antes da assinatura. “O que houve nesse processo foi um erro na hora de confecção do termo de referência. Esse texto não foi corrigido”, afirmou. Ela relatou que realizou uma leitura dinâmica do documento, com 18 páginas, conferindo o objetivo principal e a disponibilidade orçamentária, mas que o equívoco no texto não foi identificado naquele momento, assumindo a responsabilidade pelo ocorrido.
Maria Luiza ressaltou, contudo, que o erro ficou restrito ao documento e não comprometeu a execução do serviço contratado. Destacou que a pesquisa não teve caráter eleitoral nem cunho político e que o questionário aplicado foi validado tecnicamente antes de ir a campo. Também informou que o banco de dados com as mais de duas mil entrevistas foi entregue à Prefeitura e encaminhado à Câmara, reforçando que, apesar da falha formal apontada no termo de referência, o serviço executado correspondeu ao objeto contratado.
Fonte: Assessoria de Imprensa CMB | Fotos: Rogério Pires | Imprensa CMB




